Para ir de casa até a faculdade, preciso pegar dois ônibus - principalmente se tiver atrasado.
A segunda condução pode ser duas linhas. Uma passa de um lado da rua e a outra, do outro lado. Ambas, obviamente, me levam ao mesmo destino.
Para não precisar atravessar a rua, prefiro esperar o que passa no mesmo lado. Ele não demora muito, salvo quando eu preciso.
Enquanto espero ansiosamente um, o outro passa duas vezes no outro lado da calçada.
No dia seguinte, decido atravessar a rua e pegar o outro, afinal, passa mais rápido.
É exatamente aí que entra o título desse post. A maldita teoria ou lei de Murphy.
O ônibus que eu tinha esperado no dia seguinte passou três vezes enquanto eu esperava o da calçada oposta.
No outro dia, não tive dúvida: fiquei no canteiro que separa as duas ruas, esperando o ônibus que viesse primeiro.
Textos breves sobre assuntos diversos que acrescentem (ou não) algo em sua vida. Descontração sem tomar muito do que hoje em dia é raro: tempo. Essa é a ideia!
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
domingo, 22 de novembro de 2009
Estratégia Competitiva
Michael Porter, em seu livro Estratégia Competitiva, diz que existem duas estratégias competitivas genéricas: preço baixo ou diferenciação. Segundo o autor, é impossível uma empresa ser as duas coisas ao mesmo tempo.
Trazendo isso para a minha vida, percebo que não é só nas organizações que isso acontece. As pessoas também são assim.
Ou tu é diferenciado, ou tu tem um preço baixo. Ou poucos podem te ter, ou muitos podem te ter. Existe um ledo engano que os outros nos definem. Não. É você quem define o que você é. Os outros apenas julgam. O grande problema, porém, é que as pessoas conseguem ser as duas coisas ao mesmo tempo, pelo menos até a máscara cair.
Como diria um professor, caráter é uma coisa que ou você tem, ou você não tem. Não existe uma pessoa que as vezes tem e outras vezes não. Pra tudo é assim. Ou você ama, ou você não ama. Não existe amar 33,48%. Ou você tá com fome, ou você não tá.
O principal desafio é conseguir distinguir isso. Não é fácil. Seria se nós, seres humanos, viéssemos com manual de instruções, bula ou algo do gênero.
Continuarei procurando...
Trazendo isso para a minha vida, percebo que não é só nas organizações que isso acontece. As pessoas também são assim.
Ou tu é diferenciado, ou tu tem um preço baixo. Ou poucos podem te ter, ou muitos podem te ter. Existe um ledo engano que os outros nos definem. Não. É você quem define o que você é. Os outros apenas julgam. O grande problema, porém, é que as pessoas conseguem ser as duas coisas ao mesmo tempo, pelo menos até a máscara cair.
Como diria um professor, caráter é uma coisa que ou você tem, ou você não tem. Não existe uma pessoa que as vezes tem e outras vezes não. Pra tudo é assim. Ou você ama, ou você não ama. Não existe amar 33,48%. Ou você tá com fome, ou você não tá.
O principal desafio é conseguir distinguir isso. Não é fácil. Seria se nós, seres humanos, viéssemos com manual de instruções, bula ou algo do gênero.
Continuarei procurando...
sábado, 21 de novembro de 2009
domingo, 8 de novembro de 2009
Confusão mental
Será que o que estou vivendo é uma ilusão, ou ilusão são os fatos isolados?
Quando será que eu terei essa resposta?
Como será que eu terei essa resposta?
Será que eu terei essa resposta?
São muitas perguntas difíceis para uma mente confusa. Em um momento confuso.
A única coisa que sei, é que tudo que tenho feito ultimamente é esquecer...
Mas não sei até quando, pois vou acabar esquecendo de algo muito valioso para mim: eu.
Quando será que eu terei essa resposta?
Como será que eu terei essa resposta?
Será que eu terei essa resposta?
São muitas perguntas difíceis para uma mente confusa. Em um momento confuso.
A única coisa que sei, é que tudo que tenho feito ultimamente é esquecer...
Mas não sei até quando, pois vou acabar esquecendo de algo muito valioso para mim: eu.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Ahhh, o (Horário de) Verão...
Sei que estamos na Primavera, mas quem caminhar pelas ruas já começa a perceber a movimentação de Verão.
O horário de verão ajuda. E muito.
No caminho pra faculdade existe um barzinho que passo em frente todos os dias, perto das 19h. Um boteco. Sem desmerecer, claro. Nada contra. Aquele ambiente onde amigos se reunem para beber bebida barata.
Pois bem. Dias atrás, como sempre, passei em frente ao bar. Apenas para contextualizar, não estávamos no horário de verão e fazia um tempo agradável. Nem calor, nem frio. Alguns poucos amigos lá no fundo do bar. Quatro ou cinco. Na entrada do bar, um anúncio: "Polar (cerveja) R$ 3,00".
Hoje, um belo dia de sol e com horário de verão, passo novamente em frente ao bar. Mas deparei-me com um problema: tive que desviar das mesas cheias colocadas na calçada, em frente ao ambiente. Na entrada, um anúncio: "Polar R$ 3,50".
O comércio agradece!
O horário de verão ajuda. E muito.
No caminho pra faculdade existe um barzinho que passo em frente todos os dias, perto das 19h. Um boteco. Sem desmerecer, claro. Nada contra. Aquele ambiente onde amigos se reunem para beber bebida barata.
Pois bem. Dias atrás, como sempre, passei em frente ao bar. Apenas para contextualizar, não estávamos no horário de verão e fazia um tempo agradável. Nem calor, nem frio. Alguns poucos amigos lá no fundo do bar. Quatro ou cinco. Na entrada do bar, um anúncio: "Polar (cerveja) R$ 3,00".
Hoje, um belo dia de sol e com horário de verão, passo novamente em frente ao bar. Mas deparei-me com um problema: tive que desviar das mesas cheias colocadas na calçada, em frente ao ambiente. Na entrada, um anúncio: "Polar R$ 3,50".
O comércio agradece!
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Eu vou pro mundo da Lua...
Astronauta!
Tá sentindo falta da Terra?
Que falta que essa Terra te faz?
A gente aqui embaixo continua em guerra
Olhando aí prá lua implorando por paz
Então me diz: Porque quê você quer voltar?
Você não tá feliz onde você está?
Observando tudo a distância
Vendo como a Terra é pequenininha
Como é grande a nossa ignorância
E como a nossa vida é mesquinha
A gente aqui no bagaço
Morrendo de cansaço
De tanto lutar por algum espaço
E você com todo esse espaço na mão
Querendo voltar aqui pro chão?
Ah não, meu irmão! Qual é a tua?
Que bicho te mordeu aí na lua?
Eu vou pro mundo da lua
Que é feito um motel
Aonde os deuses e deusas
Se abraçam e beijam no céu...
Ah não, meu irmão! Qual é a tua?
Que bicho te mordeu aí na lua?
Fica por aí que é o melhor que cê faz
A vida por aqui tá difícil demais
Aqui no mundo o negócio tá feio
Tá todo mundo feito cego em tiroteio
Olhando pro alto procurando a salvação
Ou pelo menos uma orientação
Você já tá perto de Deus, Astronauta!
Então me promete
Que pergunta prá ele as respostas de todas as perguntas
E me manda pela internet...
Eu vou pro mundo da lua
Que é feito um motel
Aonde os deuses e deusas
Se abraçam e beijam no céu...
É tanto progresso que eu pareço criança
Essa vida de internauta me cansa
Astronauta cê volta
E deixa dar uma volta na nave, passa achave que eu tô de mudança
Seja bem-vindo, faça o favor
E toma conta do meu computador
Porque eu tô de mala pronta
Tô de partida
E a passagem é só de ida
Tô preparado prá decolagem
Vou seguir viagem
Vou me desconectar
Porque eu já tô de saco cheio
E não quero receber nenhum e-mail
Com notícia dessa merda de lugar...
Eu vou pro mundo da lua
Que é feito um motel
Aonde os deuses e deusas
Se abraçam e beijam no céu...
(Gabriel, O Pensador)
Tá sentindo falta da Terra?
Que falta que essa Terra te faz?
A gente aqui embaixo continua em guerra
Olhando aí prá lua implorando por paz
Então me diz: Porque quê você quer voltar?
Você não tá feliz onde você está?
Observando tudo a distância
Vendo como a Terra é pequenininha
Como é grande a nossa ignorância
E como a nossa vida é mesquinha
A gente aqui no bagaço
Morrendo de cansaço
De tanto lutar por algum espaço
E você com todo esse espaço na mão
Querendo voltar aqui pro chão?
Ah não, meu irmão! Qual é a tua?
Que bicho te mordeu aí na lua?
Eu vou pro mundo da lua
Que é feito um motel
Aonde os deuses e deusas
Se abraçam e beijam no céu...
Ah não, meu irmão! Qual é a tua?
Que bicho te mordeu aí na lua?
Fica por aí que é o melhor que cê faz
A vida por aqui tá difícil demais
Aqui no mundo o negócio tá feio
Tá todo mundo feito cego em tiroteio
Olhando pro alto procurando a salvação
Ou pelo menos uma orientação
Você já tá perto de Deus, Astronauta!
Então me promete
Que pergunta prá ele as respostas de todas as perguntas
E me manda pela internet...
Eu vou pro mundo da lua
Que é feito um motel
Aonde os deuses e deusas
Se abraçam e beijam no céu...
É tanto progresso que eu pareço criança
Essa vida de internauta me cansa
Astronauta cê volta
E deixa dar uma volta na nave, passa achave que eu tô de mudança
Seja bem-vindo, faça o favor
E toma conta do meu computador
Porque eu tô de mala pronta
Tô de partida
E a passagem é só de ida
Tô preparado prá decolagem
Vou seguir viagem
Vou me desconectar
Porque eu já tô de saco cheio
E não quero receber nenhum e-mail
Com notícia dessa merda de lugar...
Eu vou pro mundo da lua
Que é feito um motel
Aonde os deuses e deusas
Se abraçam e beijam no céu...
(Gabriel, O Pensador)
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
"(...) Mas Crimes Perfeitos Não Deixam Suspeitos (...)"

Assisti esses dias, pela segunda vez, o filme "Awake - A Vida Por Um Fio". Recomendo. Tenho mania de ver filmes duas ou mais vezes. Apenas os que valem a pena. Mesmo o post não tratando-se de uma resenha do filme, é interessante a quantidade de detalhes que a trama proporciona. Um piscar de olhos e você perdeu um momento importante.
O post trata-se, sim, de um tema que é o fio condutor do filme: a (des)confiança. Como nós nos enganamos. A todo momento. O problema é que não temos como saber se estamos sendo enganados ou não. Ou pior, não queremos acreditar.
Geralmente, os "enaganadores" são perfeitos. Cínicos. Extremamente frios.
Dormimos com pessoas assim, trabalhamos com pessoas assim, convivemos com pessoas assim. Entregamos nossas vidas para pessoas assim. Ou não. Vai saber...
Infelizmente só descobrimos quando é tarde demais.
Mas viver desconfiando de tudo e todos, também, é suicídio. É pedir para desenvolver um câncer. Eu ainda acredito que não existe crime perfeito. Mas acredito nos sinais. Estes, sim, existem. O difícil é percebê-los, entendê-los e, principalmente, aceitá-los.
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